LITERATURA NASCIONAL

Sinopse
Sobre a terra ressecada, sob um céu que parecia esquecer da chuva, floresceu uma força que não se pode medir. Em 1932, nos anos mais duros dos Currais da Fome, Sinhá Mariana viu a seca levar quase tudo — mas nunca a esperança. Lavou, rezou, esperou, e manteve o coração intacto. Esta é a história de uma mulher que não foi destruída. De um povo que resistiu. E da certeza de que a bênção sempre chega para quem não aprendeu a desistir.
Edição: (1) (2026)
Número de páginas: 174 - Formato 16 x 23

Numa cidadezinha perdida no interior, onde as saias desciam até os pés e os decotes eram guardados como segredos, chegou Zumira: dezoito anos, morena de sol, faceira, de sorriso fácil e corpo que a natureza fez sem recato. Vinda do Rio de Janeiro com os pais e o irmão, herdaram um casarão à beira da estrada e ali abriram uma pousada. Ela era a primeira a receber os hóspedes, a última a sair da porta — e o assunto de todos os cantos. Homens perdiam o fôlego, mulheres apertavam os dentes. Ela brincava, sorria, se aproximava: sem malícia, sem maldade, sem imaginar que a luz que carregava atrairia também a escuridão. Quando um hóspede confundiu sua doçura com permissão, a vida dela partiu ao meio. Da violência nasceu uma criança. Da perda nasceu a força. Do preconceito nasceu a solidão. E quando parecia que a paz finalmente chegaria, o ódio de quem não conhecia a verdade veio para apagar a flor mais bonita do sertão. Esta é a história de Zumira: não a mulher levada que muitos inventaram, mas a alma generosa que o mundo não soube cuidar.
Edição: (1) (2026)
Número de páginas: 120
Tópicos: Cultura Popular, Abuso, Ficção, Drama - Formato16x23 (160x230)

SINOPSE
Os fatos relatados neste livro são públicos, oficiais e documentados. Eles não vêm de boatos, não vêm de suposições — vêm de relatórios de governo, de organismos internacionais, de pesquisas sérias e de registros que estão ao alcance de todos. E ainda assim, poucos os conhecem.
Em todas as regiões do país, existem crianças que crescem sem proteção, sem garantias, sem que ninguém responda por elas. Não é um caso isolado. Não é um lugar distante. Está nas ilhas, nos rios, nas estradas, nas periferias, nas zonas turísticas. A lei existe. As instituições existem. Mas para milhares de crianças, a proteção nunca chega.
Este livro não é uma obra de ficção. É um retrato do que acontece quando o mundo decide não ver. É um convite a abrir os olhos. Porque enquanto houver uma criança desprotegida, nenhum de nós pode dizer que está a salvo. E a mudança começa agora — quando decidimos falar.
GENERO: Literatura Social / Denuncia
FORMATO: 16x23 160x230mm
PAGINAS: 127

Sinopse
Muitos acreditam que a escravidão terminou com a Lei Áurea. Enganam-se. O que mudou foi apenas a forma de escondê-la. Hoje não vemos ferros nos pés nem marcas de fogo na pele — mas o cativeiro continua vivo, forte e silencioso. Continua nos campos afastados, nas oficinas de portas trancadas, nas casas onde ninguém entra nem sai. Continua nas dívidas que nunca se quitam, no medo que aprisiona, no silêncio que protege.
Este livro não é sobre o passado. É sobre o presente. É sobre milhões de pessoas que continuam sendo exploradas, mantidas em cativeiro, separadas de suas famílias — enquanto o mundo finge não ver. Eles não são números. Têm nome. Têm rosto. Têm história. E merecem ser ouvidos.
A liberdade é um direito de todos. E enquanto um único ser humano for aprisionado, nenhum de nós é verdadeiramente livre. Chegou a hora de parar de fingir que não vemos. Chegou a hora de quebrar o silêncio. Chegou a hora de dizer: ainda somos escravos enquanto houver quem não possa ser livre.
Que estas páginas acordem sua consciência. Que cada palavra seja um olhar atento sobre o mundo que nos rodeia. E que um dia, finalmente, possamos dizer de verdade: acabou.

Há mais de quatrocentos anos, antes de ruas, de construções e de nomes dados por estrangeiros, esta terra tinha dono. Pertencia a Caiubi, cacique dos Guaianá, senhor de Jeribatiba. Com ele repartiram as terras os irmãos Piquerobi e Tibiriçá. Três chefes, três irmãos, que viveram livres nas matas e águas claras de Piratininga. Caiubi acolheu os que chegaram de longe. E a terra que ele entregou com confiança guardou, ao longo dos séculos, o peso da pólvora, a sombra da forca, o silêncio dos esquecidos — e um grito que rompeu o céu. De terra livre, passou a ser terra de sofrimento. E de tanta dor, nasceu o nome mais belo e forte de todos: Liberdade. Esta é a história da terra que foi de Caiubi. Da terra que recebeu tudo e, mesmo assim, permaneceu fiel à sua essência. Que este livro sirva para que seu nome nunca mais seja esquecido. Estamos falando do Bairro da Liberdade.
Edição: (1) (2026)
ISBN: 9786502303351
Número de páginas: 120