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Coletivo Aspas Duplas inicia parceria com o Clube de Autores em 2026.


História
História

HISTÓRIA

 

 

 

BRASIL - O PREÇO DA COLONIZAÇÃO

 

CPA CHINÊS

 

Sinopse

 

Dizem que a história do Brasil começa em 1500, com a chegada de Cabral e que aqui havia uma terra sem dono, esperando ser descoberta. Mentira. Esta é a história da terra que já tinha dono há milênios. Aqui viviam milhões de pessoas, em milhares de nações diferentes, com suas línguas, seus deuses, suas leis. E vieram de além-mar dizendo que tudo era deles. Esta é a história do que aconteceu depois: doenças que apagaram povos inteiros, guerras chamadas "justas", escravidão que arrancou milhões da África, riqueza arrancada com sangue e enviada para longe. É a história de 322 anos de exploração, de roubo, de silêncio imposto à força. "Meu Brasil… terra que me gerou, que me fez crescer, e que amo com todas as forças, mesmo sabendo de toda a sua dor. Escrevi este livro não para te acusar, mas para te honrar — honrar os primeiros filhos deste chão, honrar os que foram arrancados de suas terras e obrigados a construir tua grandeza com o próprio sangue. Este livro não é sobre o que te fizeram. É sobre quem tu és. Carregas no peito a marca de 500 anos de luta, e ainda assim floresces. És mestiço de sangue, de dor, de canto e de fé. És mais bonito e mais forte do que te contaram. Abra estas páginas com coragem. Aqui não há embelezamentos. Há apenas a verdade que nos foi roubada, e que agora, devolvo a ti. Porque só quem conhece de onde veio sabe para onde pode ir. Este livro é teu. Esta história é nossa. E a verdade por mais dura que seja, é sempre o primeiro passo para a liberdade."

Edição: (1) (2026)
Número de páginas: 118


 

A TEIA DAS NAÇÕES — A ORIGEM DE TODOS OS POVOS
Segundo a Biblia e a Historia da Ciência

CPA CHINÊS

 
Sinopse

Existe uma ligação invisível que nos une a todos. Por mais diferentes que sejam as nossas línguas, as nossas cores e os nossos costumes, viemos todos de uma mesma raiz. Por trás de cada nação espalhada pelo mundo, existe um fio comum que nos conecta como uma grande teia, tecida desde a origem. Neste livro, a Bíblia e a História da Ciência se encontram para revelar uma verdade surpreendente: duas visões, um mesmo destino. De um lado, a fé nos mostra de onde viemos; do outro, o conhecimento confirma a nossa raiz. Juntos, provam que não somos estranhos uns aos outros — somos irmãos e irmãs, parte de uma mesma família. Descubra por que as diferenças não nos separam, mas nos enriquecem. E que quando reconhecemos a nossa origem comum, aprendemos finalmente a nos respeitar, a nos valorizar e a viver como os parentes que verdadeiramente somos.

Edição: (1) (2026)
Número de páginas: 107


   

 

A LENDA DO SETOR SUL

Histórias que o Povo Conta Sobre o Centro Cultural Martim Cerere

CPA CHINÊS

Sinopse

O concreto não esquece. E o povo guarda lembranças. Duas formas redondas ergueu-se no coração de Goiânia, como se fossem olhos abertos para o céu. Elas nasceram para guardar a água do Areião, mas o rio seguiu seu caminho — e deixou-as vazias. Vazias, mas não silenciosas. Por quase vinte anos, o lugar ficou à margem dos olhares oficiais. Um buraco no meio da cidade, onde o tempo parecia ter parado. Mas o tempo não para. Ele se infiltra. No concreto. Nas raízes das árvores que cresceram entre as paredes. Na memória dos que passavam ali e sentiam que algo estava errado. Algo que não era só o vazio. Algo que era… antigo. Pesado. Este livro não é sobre o que foi dito. É sobre o que foi sussurrado. São as histórias que os velhos contavam com a voz baixa, olhando para trás. As lendas que as crianças ouviam no escuro e não contavam a ninguém. Os relatos que morrem com quem os sabe, mas que sempre voltam. Como um eco. Como um aviso. Quando as paredes foram pintadas e o lugar ganhou um novo nome — Centro Cultural Martim Cererê — muitos pensaram que o passado havia sido apagado. Mas o concreto não esquece. Ele guarda o silêncio das décadas. Os segredos que o povo levou para o túmulo. A verdade que ninguém tem coragem de dizer alto. Esta é a história de um lugar que não foi rejeitado. Foi esquecido. Porque lembrar dói.

Edição: (1) (2026)
Número de páginas: 80